O custo do presenteísmo: entenda o que acontece quando o colaborador está presente, mas não produz
No mundo corporativo, medir produtividade vai além de contar horas trabalhadas. Existe um fenômeno chamado presenteísmo, que ocorre quando o colaborador está fisicamente presente no trabalho, mas com rendimento significativamente abaixo do esperado. Esse comportamento pode parecer menos visível do que o absenteísmo (faltas), mas tem impactos tão — ou mais — relevantes nos resultados da empresa.
O presenteísmo pode ser causado por diversos fatores, como:
• Problemas de saúde física ou emocional;
• Sobrecarga de tarefas ou falta de motivação;
• Ambiente de trabalho inadequado;
• Falta de alinhamento entre função e competência.
Os efeitos do presenteísmo podem ser percebidos em várias frentes:
• Queda na produtividade individual e coletiva;
• Aumento de erros operacionais e retrabalhos;
• Atrasos em processos e projetos;
• Impacto na qualidade de atendimento ao cliente;
• Maior desgaste emocional e clima organizacional comprometido.
Do ponto de vista financeiro, o custo do presenteísmo pode ultrapassar o de faltas ou afastamentos. Funcionários que não rendem bem, mas permanecem no ambiente de trabalho, acabam representando um gasto oculto que impacta na competitividade do negócio.
Estratégias para lidar com o presenteísmo envolvem:
• Avaliação contínua de desempenho;
• Canais de comunicação aberta e acolhedora;
• Políticas de saúde e bem-estar no ambiente de trabalho;
• Treinamento e capacitação constantes.
Ao entender as causas e trabalhar para prevenir o presenteísmo, as empresas não apenas melhoram resultados, mas também cuidadosamente promovem um ambiente mais saudável, motivador e eficiente para todos os colaboradores.
